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O que acontece quando duas paixões seguem em rota de colisão?
Para boa parte dos seres humanos, a paixão é o principal motor das ações. Ela decide casamentos, rompe famílias, arruína planos e, de vez em quando, salva uma vida. O problema é que as paixões raramente andam sozinhas: elas se cruzam, se atropelam, colidem. E o estrago costuma aparecer só depois.
É desse choque que trata Colisões, de Nilson Cunha. No conto que dá título ao livro, os personagens têm seus destinos entrelaçados em um enredo dinâmico e empolgante, no qual cada escolha feita por impulso reaparece adiante como consequência. Ao redor dele, outros contos alternam drama e humor. As crônicas dão o toque final, com abordagem leve e coloquial, do tipo que se lê em cinco minutos e volta à cabeça no dia seguinte.
Para quem procura ficção brasileira contemporânea que caiba na vida real, são 248 páginas de leitura fragmentável: cada conto e cada crônica se sustenta sozinho, sem exigir que o leitor retome o fio de onde parou.
"Tenho um colega da filosofia com quem gosto muito de trocar ideias e ele diz uma coisa interessante. Diz que na Grécia antiga, nos tempos de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, os gregos viam os dramas como algo que redime, mas consideravam que é a tragédia que de verdade transforma o ser humano."
Nilson Cunha é médico, escritor e poeta. Organizou o texto final dos livros Eta Mundinho e Rádio, a história sonora de Anápolis e, durante décadas, manteve a própria produção na gaveta. Agora traz à luz as histórias guardadas, que dissecam o ser humano em profundidade. Mora em Brasília, onde segue ativo na profissão e na literatura.
Se você gosta de contos que terminam com uma virada e de crônicas que arrancam um sorriso, comece por Colisões. Leia uma amostra e descubra em qual das histórias você vai se reconhecer.
Para boa parte dos seres humanos, a paixão é o principal motor das ações. Ela decide casamentos, rompe famílias, arruína planos e, de vez em quando, salva uma vida. O problema é que as paixões raramente andam sozinhas: elas se cruzam, se atropelam, colidem. E o estrago costuma aparecer só depois.
É desse choque que trata Colisões, de Nilson Cunha. No conto que dá título ao livro, os personagens têm seus destinos entrelaçados em um enredo dinâmico e empolgante, no qual cada escolha feita por impulso reaparece adiante como consequência. Ao redor dele, outros contos alternam drama e humor. As crônicas dão o toque final, com abordagem leve e coloquial, do tipo que se lê em cinco minutos e volta à cabeça no dia seguinte.
Para quem procura ficção brasileira contemporânea que caiba na vida real, são 248 páginas de leitura fragmentável: cada conto e cada crônica se sustenta sozinho, sem exigir que o leitor retome o fio de onde parou.
"Tenho um colega da filosofia com quem gosto muito de trocar ideias e ele diz uma coisa interessante. Diz que na Grécia antiga, nos tempos de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, os gregos viam os dramas como algo que redime, mas consideravam que é a tragédia que de verdade transforma o ser humano."
Nilson Cunha é médico, escritor e poeta. Organizou o texto final dos livros Eta Mundinho e Rádio, a história sonora de Anápolis e, durante décadas, manteve a própria produção na gaveta. Agora traz à luz as histórias guardadas, que dissecam o ser humano em profundidade. Mora em Brasília, onde segue ativo na profissão e na literatura.
Se você gosta de contos que terminam com uma virada e de crônicas que arrancam um sorriso, comece por Colisões. Leia uma amostra e descubra em qual das histórias você vai se reconhecer.