Skip to main content
Books, videos, and music - all free from your public library!
LoginSign Up

Footer

Hoopla logo, Go to homepage
  • For Patrons
  • For Libraries (opens in new window)
  • For Vendors (opens in new window)
  • Facebook (opens in new window)
  • X (opens in new window)
  • Instagram (opens in new window)
  • YouTube (opens in new window)
  • TikTok (opens in new window)
  • LinkedIn (opens in new window)

Our Company

  • Our Story
  • Get Hoopla for your Library (opens in new window)
  • Get your content on hoopla (opens in new window)
  • Join our team (opens in new window)
  • Accessibility Statement

Our Content

  • Audiobooks
  • Ebooks
  • Movies
  • Television
  • Comics
  • BingePasses
  • Music
  • The Loop Blog

Help

  • Help Center
  • Submit Feedback
  • Facebook (opens in new window)
  • X (opens in new window)
  • Instagram (opens in new window)
  • YouTube (opens in new window)
  • TikTok (opens in new window)
  • LinkedIn (opens in new window)
  • Download on the App Store (opens in new window)
  • Get it on Google Play (opens in new window)
  • Available at Amazon Appstore (opens in new window)
© 2026 Midwest Tape, LLC. All rights reserved. Privacy Policy | Terms of Use
  • Hoopla logo
    Powered by Hoopla
  • Browse
  • My Hoopla
  • Log In
  1. Navigate Home
  2. Ebooks
  3. Sopros De Morfeu

EBOOK

Sopros De Morfeu

Lana Cordeiro MotaSeries: Prato de cerejas
(0)
sign up
Year
2018
Language
Portuguese
Publisher
Galáxia

About

A poesia de Lana Cordeiro é sutil como uma pluma de algodão, que se desmancha ao vento. Seus versos flutuam, pairando acima de tudo o que é concretude e/ou realidade. Por isso, ela escolhe com muita parcimnia o tecido de sua matéria poética: palavras leves, sopradas pelas brisas que moram na casa dos sonhos. Por testemunha, só Morfeu. Ou aqueles que dormem em cumplicidade com o silêncio.
Nesse seu Sopros de Morfeu, a poeta tece um monólogo com o "deus" do sono, contando-lhe nuances do seu despertar, de como vê a casa a sua volta, das sensações que os primeiros raios de sol lhe imprimem. Percebe que ao acordar, todas as coisas ainda dormem: os mares, e também as árvores, cujos ventos demoram para assoprar-lhes as folhas. A poesia de Lana não tem pressa e entra em simbiose com todas as coisas da criação.
O tempo da poesia de Lana também é outro, que não pode ser contado pelos ponteiros do relógio. Ela tanto pode prostrar-se à porta da casa para ouvir os galos e sua impertinência de cantos, por horas ou séculos, como pode ser transportada desse sonho, onde dorme-acordada, para um tempo presente, onde é o estmago que grita, instigado pelo cheiro de café.
Mesmo assim, ela pousa na realidade por raízes aéreas, não chega de rompante. "calafrios vêm me dizer bom dia".

Related Subjects

  • General
  • Poetry
  • Adult Nonfiction

Extended Details

  • SeriesPrato de cerejas

    Artists

    Lana Cordeiro MotaAuthor